http://www.asabrasil.org.br/Portal/Informacoes.asp?COD_NOTICIA=8377

Categorias:Uncategorized

ORGANIZAÇÕES RURAIS REALIZARÃO EM CAMPINA GRANDE
MOBILIZAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA

Imagem

Categorias:Uncategorized Tags:

1º INTERCÂMBIO CULTURAL

        Com muita alegria o CEOP convida você e  toda  família para neste sábado, dia 30 de novembro, ás 19h, na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Lordão, prestigiarem as apresentações artísticas das crianças que participam das oficinas de arte do CEOP (Centro de Educação e Organização Popular-Picuí) e Crianças do CENEP(Centro de Educação Popular- Nova Palmeira). Sendo o 1º intercâmbio de apresentações dos trabalhos de cultura e arte desenvolvidos ao longo deste ano de 2013 nas referidas instituições.

         Desde já, contamos com sua especial presença!!

 

Imagem

Categorias:Uncategorized

O Candeeiro

O Candeeiro – Boletim informativo do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1 + 2) – A sistematização é uma ferramenta para troca do conhecimento. Ela cumpre importante papel na valorização e na reorganização do saber construído e acumulado localmente, além de promover a geração de novos conhecimentos.
Normalmente apresentada no formato de boletim, as sistematizações contam a história de vida da família e como o conhecimento dela contribuiu no crescimento da propriedade e, conseqüentemente, da sua vida.
http://www.asabrasil.org.br

Boletim informativo produzido pelo CEOP

Ano 7, Número 1348

Outubro/2013

Tema: Criação animal

Sistematização da experiência dos irmãos Juranildo e Julineide na criação diversificada de animais.

Comunidade Alagamar, Nova Plameira-Pb

 

ImageImage

 

 

 

 

Categorias:Uncategorized

16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

A campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher surgiu depois do assassinato das irmãs: Minerva, Pátria e Maria Tereza, ativistas que lutaram pela liberdade política em seu País. Essas mulheres foram brutalmente assassinadas pelo governo do ditador de Rafael Leônidas, pelo o simples fato de exigirem a liberdade política para a população residente na República Dominicana.

A campanha é realizada em mais de cem Países, são 16 dias de ativismo para as mulheres das mais diferentes culturas espalhadas em vários Países se juntarem em uma única bandeira de luta, o fim da violência contra a mulher.

No Brasil a campanha se inicia no dia 25 de novembro e encerra no dia 10 de dezembro por ser o dia dedicado aos direitos humanos.                                                                                                                                                                                                 Esse ano o tema da Campanha é Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha.

No Brasil as mulheres continuam sendo violentadas, espancadas, insultadas, agredidas, ou seja, enfrentam todos os tipos de violência e na região do Curimataú e Seridó da Paraíba área de atuação do Centro de Educação de Organização Popular CEOP o direito a vida das mulheres também estão sendo violados no dia a dia.

O Centro de Educação e Organização Popular, mesmo sendo uma entidade mista, tem tentado contribuir com a discussão das desigualdades de gênero em seu território de atuação, para tanto, há três anos vem mobilizando as mulheres da região do Curimataú e Seridó da Paraíba para saírem  de suas casas ir as ruas exigir o fim da violência. Na caminhada também estaremos fazendo memória a Margarida Maria Alves, uma vez que faz 30 anos que ela foi assassinada a mando dos latifundiários, bem como a outras mulheres que também foram vitimas da violência na nossa cidade e região.

Assim sendo, a Terceira Caminhada da Paz Pelo Fim da Violência Contra a Mulher será realizada no próximo dia 23 de novembro de 2013, na cidade de Picuí, a partir das 8 horas da manhã; vista sua camiseta branca, ou lilás e vamos ocupar as ruas de Picuí na sintonia com as mulheres de todo o planeta que ainda vivem em situação de violência, vamos exigir que nossos direitos sejam respeitados, que a vida das mulheres não seja negada em nenhuma parte do planeta.

Image

 

 

Categorias:Uncategorized

III Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores(as): Apresentação do Coletivo da Asa no Curimataú e Seridó Paraibano

Território de desafios e resistência, assim foi definido o Curimataú e Seridó paraibano durante a apresentação dos territórios de atuação da ASA na Paraíba.

O Centro de Educação e Organização Popular (CEOP), unidade gestora que desenvolve os programas sociais da Articulação do Semiárido(ASA)  no território do Curimataú e Seridó paraibano. Apresentou no III Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores do Semiárido( que acontece no Gardem Hotel em Campina Grande-PB)  um perfil demonstrativo com algumas das dificuldades e potencialidades encontradas nos 16 municípios que compõe o território. Enfatizando aspectos socioeconômicos, políticos, culturais e históricos.

A ASA atua em parceria com organizações da sociedade civil de todo país na organização e desenvolvimento de políticas públicas para melhorar as condições de vida e convivência no Semiárido.

“Nossa luta e por além das cisternas. A luta é por respeito a toda essa construção da dignidade”, diz José Ranieri, Agroecólogo e coordenador do P1MC no território.

ImageImageImage

 

 

Categorias:Uncategorized

Agricultores experimentadores de todo Semiárido participam de encontro em Campina Grande

 Image

Entre os dias 28 e 31 de outubro, mais de 260 agricultores dos nove estados do Nordeste e também de Minas Gerais, cujos territórios estão incluídos na região semiárida, estarão reunidos no Garden Hotel em Campina Grande, para participar do III Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores do Semiárido, que tem como tema: “Guardiões da biodiversidade cultivando vidas e resistência no Semiárido”.  O evento é promovido pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA Brasil) uma rede composta por mais de três mil organizações envolvidas com as temáticas da agricultura familiar de base agroecológica e convivência com o semiárido.

A programação de quatro dias do encontro inclui feira de sabores e saberes, visitas de intercâmbio as regiões do Curimataú, Cariri e da Borborema, oficinas temáticas, peça de teatro, painéis, trabalhos em grupo e atividades culturais. O objetivo do evento é promover a troca de experiências entre os agricultores familiares, valorizar o conhecimento tradicional dessas famílias na construção da agroecologia, e ativar redes de troca para que as pessoas possam conviver com o Semiárido a partir dos recursos locais. A primeira edição do evento ocorreu na cidade do Recife em 2009 e a segunda no município de Pesqueira, na região do Vale do Ipojuca, agreste de Pernambuco.

Os agricultores debaterão temas como as múltiplas estratégias de superação e convivência com anos de estiagem prolongada; as redes de agricultores experimentadores e a construção da convivência com o semiárido e sua contribuição para as políticas públicas; e os avanços e desafios da assessoria técnica no campo, além do papel das políticas públicas para o fortalecimento das redes de agricultores experimentadores para a convivência com o semiárido.

Visitas de intercâmbio – O segundo dia de evento, terça-feira (29), será dedicado às visitas de troca de experiências. As delegações de agricultores dos 10 estados, incluindo da Paraíba, se dividirão em 12 grupos, que visitarão as três regiões próximas a Campina Grande (Cariri, Curimataú e Borborema). As visitas terão foco em quatro grandes temas: Sementes e diversificação produtiva dos cultivos; Quintais produtivos; Manejo agroflorestal das caatingas; Criatórios no semiárido – potencial forrageiro, manejo alimentar dos rebanhos e das raças nativas.

Serão visitadas famílias agricultoras dos municípios Remígio, Massaranduba, Alagoa Nova, Bananeiras, Nova Palmeira, Gurjão, Cubati, São Vicente do Seridó e Soledade. Na oportunidade cada família visitada apresentará a sua trajetória de inovação naquele tema. Outras famílias da região também vão falar sobre como estas experiências estão se articulando em rede, quais as estratégias que utilizam e quais as ameaças e as disputas na construção do modelo da agroecologia em contraposição ao modelo do agronegócio. “A visita é um momento privilegiado onde os agricultores experimentadores podem ter a experiência concreta da troca. É também um momento para valorizar a capacidade das famílias de disseminar o conhecimento que vem construindo”, explica Luciano Silveira, da coordenação da Articulação do Semiárido Paraibano.

Categorias:Uncategorized
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.